Um plano de tratamento é um documento, não uma conversa. Antes de autorizar qualquer procedimento, vale perguntar:
**Qual é o diagnóstico, e como foi feito?** Exame clínico sozinho não fecha diagnóstico de cárie interproximal nem de lesão periapical — radiografia ou tomografia deveriam estar na mesa.
**Existe alternativa?** Quase sempre existe, com custo e durabilidade diferentes. Ouvir só uma opção é sinal de alerta.
**Quantas sessões, e em quanto tempo?** Tratamento sem cronograma tende a se estender.
**O que está incluído no valor?** Coroa sobre implante, restauração depois do canal, retorno de ajuste: esses itens precisam estar no papel desde o começo.
**O que acontece se eu não fizer nada?** Um profissional que responde isso com honestidade — inclusive dizendo 'nada urgente' quando for o caso — é o que você quer.